2 de fevereiro de 2015


O conhecer não conhece a pressa.
As euforias das horas são presas fáceis
para as falhas que se fazem falas;
fazem filas à porta do breu,
sobem, ígneas, o véu do ego.
O conhecer é das marés de Iansã
que molham os leitos sem amanhãs,
tardes e manhãs,
regando os ciclos e os pés.
O conhecer é cardial
e qualquer método que se grite
abafa os sussurros do universo.
.

1 bedelhos:

Rita Loureiro Graça disse...

Eu escrevi no seu dia, e você no meu. ;)

 

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