16 de abril de 2012

Marítimos ventos que levam os sais
retornam lentos e doces, tais quais
caracóis flutuantes em brisas noturnas.
Curvas soturnas da Brisa continental
que quente, suave e quase carnal
sopra e abre mares e pernas...
Línguas ternas lambem o sal
das bocetas molhadas em poesia imoral.







- à guria de negros caracóis ariscos.

1 bedelhos:

Rita Loureiro disse...

amei o final, em grande estilo :)

 

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