25 de agosto de 2011


Um tanto pouco de sono
e meu verso já delira em sonho
e finge lucidez pra validar o assombro
que me pinta a pálpebra relutante

mas eu cedo, adiante...
no meu dormir tem um desapego
que engana até o medo
e trás assim no dedo
uma rima insana, insone.

E nem venha me buscar sentido
nesse transe em delta sustenido;
tenho agora um abrigo
que me desobriga de explicar essa poesia.
Boa noite.
.

3 bedelhos:

Jamile Correia disse...

mimiu...

Rita Loureiro disse...

onw, cada verso seu eu fico mais admirada com o teu universo...

Mel Andrade disse...

Então é a senhorita que anda rabiscando as costas de Morpheus com bico de pena! Rum.
Só não delato se você prometer continuar onirizando em verso, e que não seja o inverso daquela que adormece de ponta cabeça na ponta dos dedos.

 

Copyright 2010 Verbo Intransigente.

Theme by WordpressCenter.com.
Blogger Template by Beta Templates.